Grupo de Economia da Energia

2012 será o ano da energia solar fotovoltaica no Brasil?

In energia solar, energias renováveis on 09/04/2012 at 00:15

Por Clarice Ferraz

No dia 13 de março, o site bloomberg alardeou o fato de diversos países terem atingido a regra de ouro da “grid parity” para a energia fotovoltaica, e o Brasil é um deles. Isso significa que, em muitos casos, para o consumidor final já vale a pena instalar seus painéis fotovoltaicos, e produzir eletricidade para si próprio, em vez de comprar eletricidade de sua distribuidora. A conexão à rede, entretanto, continua sendo fundamental para atender as demandas de alta potência e cumprir a função de bateria para os sistemas individuais conectados.

Fig.1: Países que atingiram a “grid parity” para o solar fotovoltaico:

Fonte: Bloomberg

Sabe-se que a capacidade instalada de solar fotovoltaica no Brasil é irrisória. O que existe, na maioria das vezes, é sua utilização para o atendimento de sistemas isolados, em particular através do programa federal de universalização do acesso à eletricidade, o Luz para Todos. Com a expansão deste último – de acordo com o censo de 2010, ainda existem no Brasil 728.000 habitações sem acesso à eletricidade – o solar fotovoltaico off-grid tem conhecido um importante crescimento. Apesar desse avanço, e do elevado número de conexões, em termos de acréscimo de capacidade instalada representa muito pouco. Em países onde o solar fotovoltaico conheceu importante desenvolvimento, e cuja indústria se desenvolveu, esse se deu com a integração da eletricidade produzida de maneira distribuída e interligada às redes de distribuição.

Apesar de o Brasil ter feito um esforço para incluir novas energias renováveis em seu processo de diversificação de sua matriz elétrica muito pouco foi feito em com relação à produção de eletricidade de origem fotovoltaica. Programas como o PROINFA, que surgiu para estimular o desenvolvimento de novas energias renováveis, excluíram o solar fotovoltaico, à época considerada muito caro, apesar do país possuir enorme potencial fotovoltaico (Fig.2) – o local com o pior grau de irradiação é 40% superior ao melhor da Alemanha. Além disso, o país possuiu uma das mais importantes reservas mundiais de quartzo (SiO2), do qual se obtém o silício, usado na fabricação da maior parte dos painéis atualmente. A indústria nacional domina sua transformação mas o destina à atividade metalúrgica.

Fig. 2: Potencial de irradiação do território brasileiro

Viana et al., Solar Energy 85, 2011, 586-495

Com tantas vantagens é de se estranhar que a indústria fotovoltaica não tenha se desenvolvido no país. Do lado da cadeia de produção o subdesenvolvimento é flagrante. O país só possuiu uma empresa capaz de fabricar painéis fotovoltaicos. A grande maioria das instalações fotovoltaicas do país é realizada com painéis importados.

Em realidade, não são os aspectos técnicos ou econômicos que freiam. A disseminação do solar fotovoltaico conectado à rede no Brasil. A maior barreira ao seu desenvolvimento se encontra nas questões institucionais que permeiam suas atividades, como já experimentado em diversos outros momentos do setor elétrico brasileiro. Como se sabe, um mercado só pode se desenvolver se houver investidores interessados em participar de suas atividades. Isso por sua vez, só pode ocorrer uma vez que o marco regulatório estiver definido.

Em 2010, a Aneel realizou a primeira Audiência Pública para tratar da definição das regras de conexão de geração distribuída ao sistema elétrico interligado. A Agência recebeu 577 contribuições, o que revela que há investidores querendo que o mercado seja viabilizado para poderem atuar. Em 2011, foi realizada nova Audiência Pública para tratar da integração do fotovoltaico, em particular, do sistema de compensação de energia elétrica, no qual a energia ativa gerada pelo consumidor “compense” a energia ativa por ele consumida via distribuidora. Dessa vez, foram 477 contribuições. Dois anos depois, apesar do grande interesse dos atores, e do potencial brasileiro de irradiação e de matéria prima, a Resolução Normativa que definirá as “regras do jogo” para a inserção do solar fotovoltaico na matriz elétrica do país ainda não foi publicada. Por hora, ainda não foi definido o ponto de conexão, o sistema de medição ou como será contabilizada a energia ativa que o consumidor, produtor de eletricidade fotovoltaica, injetará na rede elétrica da distribuidora. Sem essas definições, e sem a definição da repartição desses custos e dividendos, o marco regulatório para o solar fotovoltaico segue indefinido.

Como então explicar a conquista da tão almejada paridade anunciado por bloomberg? Infelizmente, as razões não são propriamente atribuídas às qualidades do setor elétrico brasileiro. Em realidade, é mais fácil apresentar preços competitivos para o suprimento de energia alternativo quando os preços da eletricidade fornecida pela rede para o consumidor final são muito elevados. Como se sabe, o solar fotovoltaico é produzido on site dispensando custos de transporte e distribuição, além dos encargos que incidem sobre todas as atividades da indústria elétrica.

Assim, enquanto aguardamos a definição do marco regulatório para a integração da eletricidade de origem fotovoltaica produzida de forma descentralizada, o potencial brasileiro em solar fotovoltaico permanece uma promessa. Sua competitividade on-grid continuará sendo explicada apenas pelo aspecto negativo da eletricidade para o consumidor final no Brasil: seu alto preço.

Leia outros textos de Clarice Ferraz no Blog Infopetro

Para ver/fazer comentários sobre esta postagem, clique no retângulo vermelho abaixo.

  1. o que representa o eixo das abscissas?

    • E’ o fator de capacidade da estação de geração de energia elétrica que corresponde a proporção entre a produção efetiva da usina(MWh) em um período de tempo e a capacidade total máxima(MWp*h) neste mesmo período.
      Exemplo: uma planta solar com a capacidade instalada de 1 MWp(p esta para pico) com um fator de capacidade anual de 20% produzirá 1752 MWh em um ano.
      Logo 1752 MWh/(24h*365*1MW)=0,2=20%
      O fator de capacidade do Brasil é maior do que outros países por causa da alta irradiação solar e das horas de sol por ano. E’ claro que não é em todo o Brasil assim. Imagino que seja um valor médio.
      Fonte da imagem: http://go.bloomberg.com/multimedia/solar-silicon-price-drop-brings-renewable-power-closer/

      Infopetro vocês tem uma mapa de fator de capacidade solar fotovoltaica do Brasil?

      • Pietro, você pode utilizar os dados do atlas solar disponíveis no site do CRESESB
        (http://www.cresesb.cepel.br/sundata/index.php). Também existe um aplicativo bem
        bacana para android que se chama Sun surveyor, basta você colocar suas coordenadas
        que ele lha indica a incidência solar para o local escolhido.

    • Alfredo, por favor, veja as explicações de Pietro no comentário abaixo.

  2. Artigo muito bem escrito com detalhes importantes. O que realmente freia o desenvolvimento do mercado fotovoltaico brasileiro é a falta de legislaçao, pois interesse e investidores tem de sobra.
    A politica brasileira tem que enteder como seguir o padrao europeu de incentivaçao a produçao solar(Feed-In tariff) para lançar seja o mercado off-grid que on-grid local.
    Além disso a industria brasileira para produçao de painéis tem um enorme potencial. O problema é competir com a China que ja esta no jogo a quase uma década.

    • Pietro, obrigada por seus comentários. Também acredito que exista um enorme
      potencial para a indústria fotovoltaica no Brasil. Possuímos grandes vantagens com
      relação aos demais países, tanto na produção dos painéis de silício, como de filmes
      finos. A indústria do silício tem inclusive feito avanços importantes para “limpar”seus
      processos de produção.
      Devo, entretanto fazer uma ressalva com relação à defesa do sistema de feed-in tariff,
      e do caso europeu. A crise na Europa, e o questionamento desse tipo de política de
      incitação, devem servir de alerta. A indústria solar fotovoltaica européia (como salienta
      o leitor Rogério no comentário abaixo) não representa uma história de final feliz. O
      feed-in sem limites, sobretudo sem se conhecer o tamanho do mercado, pode criar
      importantes distorções na competição entre diferentes fontes de produção, além de
      causar importante impacto financeiro (que normalmente recai sobre o consumidor
      final). Como o solar fotovoltaico atingiu a paridade, ele já não precisa de políticas
      tão “assistencialistas”. Uma boa regulação, garantindo que as distribuidoras forneçam
      o livre acesso à rede (premissa fundamental em mercados desverticalizados e abertos
      à concorrência), para os consumidores que desejem produzir uma parte da eletricidade
      que consomem já seria suficiente para lançar uma dinâmica de mercado sadia. Há de
      se resguardar igualmente as distribuidoras ao lhes permitir que os gastos de M&O das
      redes sejam compensados.
      Por último, a competição predadora da China, que inunda o mercado com seus
      painéis fotovoltaicos, realmente representa um problema. Esta foi a principal fonte
      de desequilíbrio para a indústria européia. Fica muito difícil competir com os baixos custos de produção da China (frutos em especial de condições de trabalho terríveis e
      importantes subsídios do governo à indústria). Há de se prestar atenção a esse ponto.
      Com a crise européia, esta reduziu suas importações de painéis fotovoltaicos e a China
      procura agora um mercado para “desovar” seus painéis. Se o Brasil não proteger sua
      indústria de alguma maneira, o país não conseguirá produzir tecnologia própria e
      será apenas mais mercado consumidor dos painéis chineses. Isso representa perdas
      importantes para o mercado de trabalho e também para setor de tecnologia.

      • Sim eu diria que a politica de feed-in tariff é útil para começar um mercado mas na Europa calcularam muito mal e acabaram favorecendo um mercado “drogado” irreal que cresceu muito rapidamente. Eu conheço de perto o mercado Italiano que talvez foi o mais emblemático nas mudanças de direções com os atuais 5 “Conto Energia”. O ultimo e quinto acaba de sair e vai com certeza matar grande parte do mercado que floresceu de 2007 para cá.
        Eu acho que tendo a grid parity como explicou no Brasil pode se vir a criar um mercado sano sem feed-in tariff mas não para produção on-grid com plantas solares de grande escala (>1 MWp) e sim com muitos pequenos sistemas de até 3 kWp nas casas e pouco maiores em fabricas. Mesmo com o preço baixo dos módulos, que na Itália nos últimos 5 anos caiu 80% e não 50%, como disse o Rogério, não vejo a possibilidade do Fotovoltaico competir com o Hidroelétrico brasileiro para produção elétrica de massa. Mesmo porque o despachamento da energia é diferente enquanto a energia solar cobre a carga de pico e não a de base.
        O que falta realmente no Brasil é ainda a legislação como escreveu no artigo. Precisa de uma legislação que permite a troca de energia entre o consumidor e a rede assim quando produzir a mais do que consumir posso por na rede e vice-versa. E no final do mês se faz a conta final. Esse é o primeiro passo mas para isso precisa-se investir na parte tecnológica dos contadores elétricos que devem ser todos automatizados e ligados a internet, uma coisa muito positiva que a Itália e Alemanha fizeram em pouco tempo, mas requer investimento.
        Sobre a produção de módulos e proteção da industria nacional é um ponto critico pois o Brasil pode bater a China não em quantidade mas em qualidade do produto. Mesmo assim hoje e daqui pelo menos 3 anos vai ser muito difícil ser economicamente competitivo com os módulos chineses. Mais uma vez precisamos de legislação que proteja a industria nacional aumentando o imposto de importação dos módulos chineses. O ideal seria regulamentar a taxa de importação para cada pais em modo diferente fazendo com que o modulo brasileiro seja pelo menos 20% mais barato do que o modulo importado. Assim quem quiser o importado paga a mais mas a grande maioria fica com o nacional como acontece com os carros.
        O problema é que o Brasil tem uma tendencia a por imposto demais até no produto nacional.
        A politica é o verdadeiro tendão de Aquiles do Brasil mas dependemos dela principalmente em um mercado como esse.

      • Coloquei comentário abaixo, por não ter link tanto para esta como para a próxima observação.

  3. Postei uma resposta desfavorável a energia solar, sem nenhuma altercação, fui censurado!

    • Prezado Rogério,

      Tivemos problemas com o nosso sistema de aprovação de comentários. Caso algum comentário seu não tenha sido publicado, não foi censura. Foi falha técnica.

    • (respondendo o comentário do Pietro acima)
      Caro Pietro.

      Esta inversão de comprador para vendedor na mini-geração doméstica não é algo fácil de se fazer, pois causa grandes transientes nas redes de distribuição, não é só estar ligado a Internet, pois quando da saída dos mini-geradores (que sendo muitos poem virar um gerador importante) pode causar necessidades de colocação de sistemas de maior porte em funcionamento quase que instantaneamente. A geração hidrelétrica até determinado ponto permite isto, porém a geração térmica não nuclear, vai ter que trabalhar com sistemas caros pois seus geradores deverão estar em stand-by para entrar em qualquer momento.
      Em Portugal, por exemplo, a geração eólica está trazendo grandes dores de cabeça para as usinas a gás que dão o feed-back para o sistema, o custo desta geração a gás é bem maior do que a geração convencional. Estou falando de energia eólica que ainda é mais estável e previsível a curto prazo que a fotovoltaica, pois através de modelos meteorológicos eles conseguem antecipar com algum tempo a geração ou não das suas turbinas.
      Para implantar um sistema destes precisaríamos de todo uma modelagem de previsão de geração, e isto só se justifica em grandes sistemas, pois em sistemas pequenos o custo da modelagem e controle pode ficar mais caro que a própria energia.
      Há uma coisa que todos esquecemos, que antes de lançar um plano deste tipo é imprescindível todo um sistema de controle, e este sistema de controle não é simples. Hoje em dia estamos formando já um número razoável de engenheiros de energia, porém as agências públicas que controlam todo o sistema não estão preparadas, tanto em quantidade de pessoal como em sistemas de gestão para todo este imbróglio, não adianta dar um canetaço ou fazer uma legislação sem ter alguém que normatize e regule tudo isto, em energia não podemos fazer irresponsabilidades que caracterizam os nossos legisladores, que criam leis sem ter quem as fiscalizem!

  4. Já que é assim, vamos tentar reescrever de novo (desta vez guardo o texto).

    Me parece que há um grande erro no gráfico acima, pois simplesmente a Alemanha, que é colocada, assim como o Brasil, como um país que atingiu “a regra de ouro da “grid parity” para a energia fotovoltaica” está simplesmente abandonando este tipo de energia, para não ficar somente na minha opinião coloco alguns links que demonstram isto:

    http://www.euwid-energie.de/news/bioenergie/einzelansicht/Artikel/chronologie-der-solarkrise-von-solon-ueber-solarhybrid-bis-q-cells.html

    Neste site pode ser visto a crise atual da energia fotovoltaica na Alemanha, onde a maior parte dos grandes fabricantes estão falidos ou em processo de falência.

    Também é interessante ler

    http://www.spiegel.de/international/business/0,1518,825490,00.html

    ou também

    http://online.wsj.com/article/SB10001424052702303302504577323514124004048.html

    Em todos estes sites há uma constância a indústria de geração fotovoltaica está em falência na Alemanha e nos USA.

    Também no último site fica claro que a Itália também está abrindo mão deste tipo de aproveitamento.

    Em resumo a energia solar, mesmo em países com grande capacidade de fianciamento, com tecnologia avançada e total esgotamento de outras fontes de energia a aposta na energia fotovoltaica está sendo abandonada, por um simples motivo ela tem um custo 8 vezes superior a qualquer outra forma de geração. Mesmo que no Brasil se tenha um grau de insolação no mínimo o dobro que nesses países (lembre-se que o sul dos USA é bem ensolarado) o valor seria 4 vezes no mínimo, ou seja a cada 4kW gerados 3kW deveriam ser cobertos com subsídios.

    • Rogério, o artigo do die Spiegel é excelente e não contradiz o artigo do Infopetro. Não
      estou defendo o solar fotovoltaico on-grid como solução única para a necessidade de
      expansão da oferta de eletricidade. O artigo que você menciona mostra os problemas
      da indústria solar fotovoltaica na Alemanha e aponta como principais responsáveis
      por esse problema dois pontos: a concorrência com a China e a existência de empresas
      que se apoiaram em demasiado na renda garantida gerada pelo sistema de feed-in tariff
      adotado. Como esse sistema não previa um limite máximo, ele foi penalizado pelo
      seu sucesso. Muitos aderiram e isso gerou um custo muito alto para o programa de
      apoio ao solar fotovoltaico. O montante dos incentivos dedicados a essa fonte foram
      questionados, em particular em contexto de grave crise econômica na Europa. Face à
      competição com os painéis chineses de baixo custo (diga-se de passagem, fortemente
      subsidiado pelo governo deles – ver post de 22.04) e com a redução do envelope
      destinado ao programa, as empresas menos eficientes não conseguiram se manter
      competitivas. Essa experiência deve servir de exemplo para que o Brasil não cometa os
      mesmos erros. Todavia, é importante se separar os problemas das políticas de governo
      e da competição desleal, com possíveis problemas da fonte em si. O solar fotovoltaico
      apresenta uma séria de vantagens (fonte limpa, produção descentralizada, complementar
      com outras fontes, etc.). Nesses últimos 10 anos, os preços dos painéis fotovoltaicos
      caíram em 50% em grande parte graças ao grande esforço Alemão de investir em novas
      tecnologias. Assim, em muitos lugares o solar fotovoltaico representa uma excelente
      fonte de geração de eletricidade limpa e competitiva. Esse já é o caso aqui no Brasil,
      como apresentei no post. Esperemos que a fonte continue sua progressão, que nossa
      matriz elétrica se diversifique de maneira limpa, e que os preços da eletricidade no
      Brasil também abaixem. Uma coisa não exclui a outra.

  5. Cara Clarisse

    Investir em pesquisas de sistemas de captação solar para que algum dia ele atinja uma produção a preço razoável, tudo bem, mas empregar sistemas fotovoltaicos para a produção é o problema.

    Os sistemas fotovoltaicos estão ainda muito longe de serem competitivos com qualquer outra forma de geração de energia, e mesmo os Alemães comprando células chinesas a baixo custo (em relação as europeias) o sistema continua não competitivo.

    Chamo atenção que na Europa não há mais potencial hidrelétrico a ser aproveitado, se não forem para o eólico, o biogás (dos biodigestores), o carvão, o gás e a geração termonuclear, não há outra saída. Com toda a limitação que eles tem eles elegeram por motivo de economia a parada na geração fotovoltaica.

    Há outros fatores que devem ser levados em conta na geração fotovoltaica, não é só o custo do painel, o custo ambiental na fabricação do painel nunca é falado, dizer que os painéis fotovoltaicos são energia limpa é um exagero, depois que eles estão prontos tudo bem, mas até aí muita água passa por debaixo da ponte. Não estou nem falando do tempo de duração de uma “fazenda fotovoltaica”.

    Essencialmente a energia fotovoltaica é é movida a subsídios, e me parece que é isto que todos querem, e infelizmente muitos vão ganhar a custa do consumidor brasileiro (mais uma!).

  6. […] solar fotovoltaica na Alemanha, o país ainda não atingiu a paridade tarifária (discutida no post anterior sobre o solar fotovoltaico no Brasil). A Alemanha ainda precisa de subsídios que viabilizem a […]

  7. […] solar fotovoltaica na Alemanha, o país ainda não atingiu a paridade tarifária (discutida no post anterior sobre o solar fotovoltaico no Brasil). A Alemanha ainda precisa de subsídios que viabilizem a […]

  8. De Portugal , gostei de ler as preocupações dos irmãos Brasileiros, nós temos ivestindo bem no solar foto volatico e térmico, perseguindo o programas as familias em micro geração max 3,68 kw e as empresas com max 250 kw, e os contratos e a legislilação é bem séria e funciona muito bem sem compromissos com ninguem , cada um escolhe o fornecedor o produto etc..e mensalmente e depositado o valor produzido. Todos temos acesso em nossa casa pelo equipamento instalado quanto estamos a produzir online. O pay back é muito interessante inferior a 6 anos, num produto com vida util de mais 25 anos, No mercado temos como em todo o lado produto origem china, mas na maioria instalamos made in portugal e made in alemanha mais caro mas com mais qualidade. Será interssante o Brasil avançar..um abraço José Pereira , Lisboa

  9. PARABENS PELO ARTIGO. EU ESTOU INICIANDO A VENDA DESTE SISTEMA AQUI EM STA. CATARINA E ACHO UM ABSURDO O IMPOSTO COBRADO PELO GOVERNO NA IMPORTAÇÃO DESTES PRODUTOS QUE PRATICAMENTE DOBRÃO DE VALOR AO IMPLANTAR O IMPOSTO . O BRASIL TEM CILICIO,TECNOLOGIA,E MÃO DE OBRA PROFISSIONAL PARA A CONFECÇÃO DESTES PRODUTOS.FALTA OS EMPRESARIOS SE UNIREM PARA IMPOR BAIXAS TAXAS DE IMPOSTO,AO INVEZ DE IMPORTAR PODERIA MOS EXPORTAR ESSES PRODUTOS.ENQUANTO ISSO VAMOS DESTRUINDO O AMAZONAS COM USINAS HIDRELETRICAS .AT. MARCOS,FLORIANOPOLIS SC

  10. Ola, nao entendo muito sobre paineis fotovoltaico, moro na Italia e meu marido conhece um empresario que queria exportar tais para o brasil ao custo de 0,70€ o wat, na verdade ele queria q comprassemos dele por esse preco e depois tinhamos q nos virar para vende-los, mas como nao sabemos o custo que a dougana no Brasil iria nos cobrar, se realmente conseguiriamos vender, por falta de informacoes e medo acabamos desistindo.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s